
A ideia de átomo começou por ser a de partículas indivisíveis pelas quais toda a matéria era feita, no século V a.C.
John Dalton voltou à ideia em meados do século XIX. Os átomos ainda eram tidos como partículas indivisíveis e, segundo o químico, estariam na origem das várias substâncias conhecidas. Os átomos dos diferentes elementos combinar-se-iam, formando assim compostos novos. Na sua teoria do modelo atómico Dalton expôs o átomo como sendo uma minúscula esfera maciça, impenetrável, indestrutível, indivisível e sem carga.
Mais tarde nesse século, Joseph John Thomson descobriu os eletrões: partículas de carga negativa muito mais pequenas que o átomo. A sua descoberta provou que o modelo de Dalton estava errado, e foi criada assim uma nova teoria: a teoria do Modelo Atómico de Thomson ou Modelo do Pudim de Passas. É assim designado porque, neste modelo, o átomo é composto de eletrões embebidos numa sopa de carga positiva, como passas num pudim.Em 1911 um físico chamado Ernest Rutherford realizou uma experiência em que utilizou uma fonte radioativa (que emitia partículas alfas), um contador geiger e uma folha de ouro extremamente fina. Ele observou que o átomo teria bastantes vazios pois a maior parte das partículas conseguiram atravessar a folha de ouro. Outras eram mandadas para trás, o que lhe permitiu imaginar que houvesse um núcleo denso que seria positivo porque essas partículas sofriam alterações na sua tragetória. Rutherford criou assim o seu modelo atómico.
Niels Bohr deu continuidade ao trabalho de Rutherford. Ele estudou os espectros eletromagnéticos dos elementos e chegou à conclusão que só é permitido ao eletrão ocupar níveis energéticos nos quais ele se apresenta com valores de energia múltiplos inteiros de um fotão. Ao novo e melhorado modelo chamou-se Modelo Atómico de Rutherford-Bohr.

Sem comentários:
Enviar um comentário